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Decision Report Junho, 2010

Estudo exclusivo realizado pela Dom Strategy Partners mostra que uma nova TI, a TI do Valor, ir√° operar os processos corporativos e as atividades do dia a dia, mas, essencialmente, dever√° se tornar mais estrat√©gica, mais intr√≠nseca aos neg√≥cios, mais associada ao core business e mais respons√°vel pelo bottom line das corpora√ß√Ķes.

Intitulado de A Nova TI Corporativa: das Opera√ß√Ķes do Quotidiano ao Valor Estrat√©gico, o estudo aponta que para 61% dos CEOs e Presidentes das 294 empresas pesquisadas, a principal tend√™ncia, para os pr√≥ximos tr√™s anos, √© que a TI assumir√° com maior propriedade seu papel estrat√©gico de chassis viabilizador do modelo de neg√≥cio das companhias, assim como esqueleto sustentador dos processos corporativos e principal provedor de informa√ß√Ķes e conhecimento qualificado para tomada de decis√£o de neg√≥cios.

Inova√ß√£o em produtos, processos, servi√ßos e no pr√≥prio modelo de neg√≥cios e nos modelos operacionais, al√©m de efici√™ncia na integra√ß√£o com outras empresas atuantes na cadeia de valor tamb√©m ser√£o pap√©is relevantes da TI nas empresas. A Internet, como ambiente de neg√≥cios, transa√ß√Ķes, relacionamento e comunica√ß√£o, al√©m de sua vertente colaborativa 2.0, aparece palco essencial a ser dominado pela TI nas empresas.

Para Daniel Domeneghetti, CEO da DOM/SP, a potência máxima do motor da performance operacional da empresas está na qualidade da arquitetura, modelagem, automatização, gestão e, principalmente, utilização da tecnologia da informação nas tarefas do cotidiano, economizando tempo, recursos e insumos. Fazer mais com menos, por meio da TI e da Internet, é a essência da produtividade, pois turbina os processos e fluxos corporativos.

Mas tudo isso tem que estar associado à geração e/ou proteção de valor nas empresas. Por exemplo, quando falamos do Ativo Intangível Inovação, a TI tem claro papel de geração de valor, já quando se trata do Intangível Segurança da Informação a TI tem um papel fundamental de proteção de valor corporativo. Resultado e Valor são grandezas diferentes, explica o executivo e co-autor do Livro Ativos Intangíveis: O Real Valor das Empresas, pela Editora Campus Elsevier, já em sua 4ª. Edição.

Por fim, o estudo aponta que o papel do CIO, atual respons√°vel pela TI nas empresas, est√° em cheque, assim como seu modelo de report ao CFO. Como TI cada vez mais se tornar√° processos corporativos, o CIO estar√° sobrepondo fun√ß√Ķes ao gestor de opera√ß√Ķes na empresa ao COO. E a empresa s√≥ precisar√° de um dos dois.

Ao mesmo tempo, quest√Ķes como hardware, infra-estrutura, seguran√ßa, conectividade, energia, facilities, entre outras, tender√£o a se incorporar nos modelos de Shared Services ou similares, ficando a cargo de algu√©m como um CTO.

Prov√°vel futuro

O √≠ndice com as tend√™ncias mais relevantes, do ponto de vista dos gestores de neg√≥cios (CEOs) e acionistas, que foram analisados na pesquisa e passam a ser atribui√ß√Ķes da chamada A Nova TI Corporativa:

O fortalecimento das pr√°ticas de gest√£o e governan√ßa de TI (customiza√ß√Ķes de Cobit, ITIL, etc), associadas aos modelos de planejamento estrat√©gico (BSCTI), mensura√ß√£o de valor (GVTI, ROI, etc) e monitoramento de indicadores de performance apresenta 91%, de acordo com os CEOs entrevistados.

Ganhos de informação qualificada e conhecimento de valor (Ex. BI, integração de sistemas, KM, etc) e Aumento das práticas de segurança, controle e monitoramento registraram 88% e 82%, respectivamente.

Multiplica√ß√£o dos benef√≠cios da comunica√ß√£o corporativa interna e com os stakeholders externos assumindo papel cada vez mais relevante (Ex. aplica√ß√Ķes de CRM, projetos de Web Corporativa, portais, redes sociais, interatividade e mobilidade, dentre outros) foi 77%.

O gestores apontam também um índice de 76% em investimentos em arquiteturas operacionais e modelos de negócios mais integrados, convergentes e eficientes (Ex. SOA, virtualização, outsourcing, etc); 69% em implementação de modelos convergentes, multimídia, multiformato e multicanal; e 67% Implementação de modelos colaborativos pautados em redes sociais e comunidades temáticas, de práticas, de projetos, etc.

 

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