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Portal Nacional de Seguros, Setembro, 2012

O diretor da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti, iniciou sua palestra “Nós na rede e Microsseguros”, no primeiro dia da 3ª Conferência de Proteção ao Consumidor de Seguros e Ouvidoria, que acontece no Hotel Sheraton WTC, em São Paulo, apresentando alguns dados relevantes do setor de seguros, um dos que mais cresceram no ranking de confiança do consumidor nos últimos cinco anos, de acordo com pesquisa realizada pela revista Consumidor Moderno.
Segundo ele, a inclusão digital é o elemento que vai incrementar ainda mais o mercado, por meio de celulares, especialmente a partir do próximo ano, e também de forma indireta. “Cerca de 80 milhões de pessoas, principalmente da classe C, de 25 a 40 anos, já estão conectados”, declarou.
As mudanças foram rápidas, forçando as empresas a correr contra o tempo para tentar atender adequadamente às demandas do consumidor. Domeneghetti adiantou que a tendência é de crescimento do e-commerce nos próximos anos e que o consumidor atual de seguros é da geração Y, multicanal e digital. “O Brasil está explodindo em termos de uso de redes sociais”, avaliou. O painel foi moderado pelo presidente da Comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg, Eugenio Velasques.
O executivo partiu de algumas premissas para apontar formas de o mercado aproveitar o novo contexto: criatividade na relação com o cliente e os demais públicos; substituição de canais de comunicação de mão única, voltados exclusivamente para o consumidor, por canais de mão dupla (nos quais empresa e consumidor falam e escutam); e ação ilimitada da comunicação na rede, independentemente da vontade dos agentes. “O cliente mais bem informado terá uma relação mais madura com a empresa”, sinaliza. [3]
Ao finalizar sua exposição, ele alinhavou as tendências que estão no panorama do setor no curto prazo, ligadas ao mundo digital, à convergência e à colaboração entre os elos da cadeia de seguro. Entre elas: expansão do chamado social commerce (compra por recomendação de especialista, amigo etc.), crescimento do seguro como produto digitalizável, superação do desafio de desenvolver o setor de relacionamento na web, racionalização no uso dos canais, valorização do endosso, avaliação do consumidor emergente, da classe D, envelhecimento da base de clientes, em função do aumento da longevidade, absorção de novas tecnologias e criatividade para desenvolver novos produtos e serviços para o novo perfil do consumidor, que é dinâmico e móvel.

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