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Inovar é transformar o futuro em presente; é tangibilizar uma idéia ou conceito em um ganho quantificável e real; é criar uma nova proposta de valor para atender um mercado ou demanda; é viabilizar uma forma diferente e mais eficiente/atrativa/econômica/inteligente de atingir um mesmo objetivo.

As definições e possibilidades de se entender o processo e os resultados da inovação são muitas. Mas seja qual for a abordagem adotada, o fato de que a inovação nasce primeiro de um uma idéia, insight, brainstorming, inspiração, imaginação ou “estalo” para depois ser comunicada, disseminada e ser concretizada, está implícita, ou explicitamente evidente.

Seja qual for o rótulo – visionário, guru, pensador, criativo, guru, inventor, gênio, líder ou até mesmo louco – para a cabeça inovadora e espírito empreendedor originário (pois sem a aplicação não há inovação), o futuro nasce dessas sinapses e transpirações.

Futurólogos, que estão para o futuro assim como os historiadores estão para o passado, buscando entender, com a maior exatidão possível, os possíveis cenários e eventos que acontecerão(am).

Ambos trabalham com evidências. Para vasculhar o passado: fatos, pistas, vestígios, resquícios, artefatos. Para criar o futuro: tendências, desejos, forças e impulsos humanos derivados, curiosamente, da análise do presente e do passado contemporâneo e longínquo.

Enquanto o conceito de Realidade, da descrição do fato de forma perfeita e o mais fiel possível em relação ao acontecido desafia o trabalho de um, o Impossível é o Provavel impulsionam o do outro.

Mas engana-se quem supõem que o trabalho do historiador é mais fácil do que o do futurólogo pois conta com maiores evidências. Quantas vezes a história, dogmas ou modelos não foram colocados em xeque com base em novas descobertas: Judas Iscariotes e sua relação com CristoO Ornitorrinco e modelo classificação da Biologia Os Ativos Tóxicos e Modelo Econômico.

Se quisermos espiar para ver o que nos aguarda nos próximos anos, décadas ou séculos, em qualquer um dos campos do conhecimento, o melhor caminho é o de entender o que se passa na cabeça de cada um desses futurólogos (ao acaso ou não).

Quando falamos do business, CK Prahalad, Malcolm Gladwell, Paul Krugman, Steve Jobs, Chan Kim e Renée Mauborgne, Muhammad Yunus, Bill Gates, Richard Branson, Philip Kotler, Gary Hamel, Michael Porter, Ratan Tata, Ram Charan, Marshall Goldsmith, S. (Kris) Gopalaopalakrishnan, Howard Gardner, Jim Collins, Lynda Gratton, Tom Peters, Jack Welch e dezenas de outros mais, segundo o site The Thinkers – The Definitive Listing of the World’s Top 50 Business Thinkers.

Mas é prudente não se restringir a isso. Olhar para o passado e verificar como trilogias como James Bond (alguém aí quer uma caneta espiã por 79,90? http://www.canetafilmadora.com/) e demais filmes épicos desafiavam os limites da imaginação e impulsionaram a inventividade e o desenvolvimento tecnológico é intrigante. O Impossível há algumas décadas se tornou trivial.

E não como não perguntarmos: o que é Impossível hoje?

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